
Pop cultura e alta cultura famosa colidem neste jogo rápido-passeado trivia festa show cheio de zany alucinante perguntas sobre o que é interessante, relevante e interessante no mundo de hoje.
A desenvolvedora People Can Fly e a Epic Studios se uniram para trazer ao mundo um grande projeto: Bulletstorm. Trata-se de um jogo de tiro em primeira pessoa, que felizmente não recai sobre as mesmas fórmulas já conhecidas. Cores, plantas mutantes e golpes são apenas alguns dos elementos que permeiam a narrativa.No game você controla Grayson Hunt, um antigo herói do exército — que vivencia os conflitos espaciais do século XXVI —, vítima da crueldade do General Serrano, que o mandou para uma missão traiçoeira. O objetivo dela consistia no assassinato de um inocente. Se recusando a cumpri-la, Grayson comete um ato de traição e logo vira o homem mais procurado do universo.
A melhor parte de tudo isso é que essa história é contada com muita ação. Os desenvolvedores prometem que a intenção não é mostrar um filme, mas sim fazer com que os jogadores atravessem por todas as etapas enquanto jogam. As cenas com animações prontas serão aproveitadas apenas para mostrar um pouco mais do herói e para criar passagens com um grau de ação muito elevado.
Por fim, os jogadores terão em mãos um complexo sistema de combate, que envolve chutes, presilhas e coleiras elétricas (com as quais é possível jogar os oponentes pelos ares), além das criativas armas.


Marvel vs. Capcom 3 deve contar com aproximadamente 30 personagens divididos igualmente entre os universos Capcom e Marvel. O detalhamento gráfico e as reações físicas ficaram a cargo da MT Framework, mesma “engine” que rege as coisas em Lost Planet 2 e Resident Evil 5. Já o visual, traz um autêntico estilo cartunesco.
O jogo ainda traz a volta dos “hyper combos”, e também de diversos modos online, seguindo um estilo bem parecido com o da versão relançada de Marvel vs. Capcom 2. Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds também apresenta uma trilha sonora totalmente reformulada — quer dizer, chega do pop irritante (embora um tanto nostálgico) de MvsC 2.

Desta vez, é a ilha espanhola de Ibiza — famosa pelas festas praianas — que deve ser explorada, seja em florestas densas, agrupamentos montanhosos ou cidades modernas. Há a oportunidade tanto de cruzar as ruas de Ibiza e desafiar alguém a qualquer momento quanto de competir ao lado de amigos de forma cooperativa. Enquanto uma pessoa controla o veículo, a outra serve como guia e auxilia o motorista ao longo do trajeto. Ou seja: em dupla, a posição fica mais vantajosa.
O "lobby" multiplayer foi trocado por um sistema que permite ao gamer conhecer os carros dos adversários durante a preparação para a corrida. Falando em carros, agora é possível controlar SUVs (Sport Utility Vehicles), veículos feitos para estradas não-pavimentadas. Mas cuidado: os desta vez, há um sistema convincente de danos. Assim, riscos e estragos diversos são ilustrados no modelo do veículo.
Participando de empreitadas variadas, o gamer ganha pontos de experiência — XP — e dinheiro. A grana, é claro, pode ser gasta na casa do piloto, nas roupas do personagem, em peças adicionais para o carro, em patrocínios para o clube de veículos... Vale lembrar que, quanto maior e melhor for o clube, maiores são as possibilidades de sucesso.